Toque de Bola

Liga dos Campeões



 
 

Clássicos a vista!

 

 A semana da Champions League definiu os classificados para as quartas-de-final e os confrontos da próxima fase.

 Mas vou antes aos confrontos da última fase.

 

Bayern de Munique 2x3 Inter de Milão

  Jogaço.

 A virada histórica do time italiano no segundo tempo foi digna de um campeão mundial. Depois de um primeiro tempo marcado pela falha de Julio Cesar e a inconsistência defensiva, o segundo chegou com uma mudança tática e psicológica.

 Leonardo colocou Coutinho e Nagatomo que deram uma movimentação muito diferente daquela vista com três volantes. O time cresceu, empolgou e surpreendeu. Sneijder e Pandev garantiram o vira-vira na casa do adversário e deram uma confiança sem igual ao time para seguir na competição e já se tornar candidato favorito.

 Um time que falhou jogando em casa, que mostrou Julio Cesar nervoso em alguns momentos nas bolas de Robben, mas que continua em grande fase indiscutivelmente.

 Assim como também não se discute a importância de Eto'o para essa equipe. O camaronês é o melhor 9 do mundo, na minha opinião. Matador de sangue quente e africano.

 

Manchester United 2x1 Olympique de Marselha

 O resultado em casa era esperado, mas a pressão final do time francês estava fora do combinado.

 O Manchester joga a sangue frio. Rooney mostra que ainda é craque e ainda é ídolo, longe das polêmicas e diferenciando em campo. Berbatov se mostrou uma rtilheiro muito útil e versátil, também frio e calculista na área. Contrapondo a Nani, com um futebol rápido, quente e ofensivo. Completado perfeitamente com o talento e o brilhantismo de Chicharito Hernandez, que em tão pouco tempo cresceu e se tornou um líder dessa equipe.

 Com um time tão bem montado, eu não esperava que fosse jogar tão abaixo da média. Não que dois gols não signifiquem isso.

 Levou uma pressão enorme lá na França, segurou o empate sem gols, fez os seus em casa e ainda levou um de troco. E segurou mais pressão. Ou seja, deixou o time pequeno crescer e falar alto em casa. Não pode.

 Não podia perder para o Liverpool também. Nem para o Chelsea. E perdeu. Tenho muitas dúvidas a respeito dessa equipe. Mas o certo é que se todo mundo jogar o que sabe, ninguém segura.

 

Real Madrid 3x0 Lyon

 Fim dos fantasmas, fim das polêmicas e pela primeira vez em oito anos, o Real está preparado, motivado e concentrado para a fase de quartas.

 Uma vitória maiúscula em casa. Para tabu nenhum aparecer depois. Pois o empate com gols na França já era prova de que esse Madrid estava diferente. Estava consciente.

 Consciente de que faria um show jogando em casa. O Santiago Bernabéu persenciou um time corajoso, que foi para frente e não jogou pelo empate. Mostrou que Marcelo está numa fase excepcional, carimbada com um gol de placa. Benzema enfim está jogando bola e já deixou Adebayor no banco. Cristiano Ronaldo está menos individualista e egoísta, jogando mais para o time. E ele retribui, com gols como o de Di Maria.

 Fato é que o Real se achou. E não no sentido de ser metido, mas no sentido de realmente estar podendo.

 

Chelsea 0x0 Copenhagen

 Esperava mais.

 Depois da vitória expressiva fora de casa em noite inspirada de anelka, imaginei que eles fossem deitar jogando em casa. Pelo contrário.

 Foram surpreendidos por um time entusiamado, que saía para buscar o resultado e a classificação quase impossível. Que na verdade era impossível, visto a defesa muito bem postado do time inglês. Perderam para os próprios limites.

 Mas chegaram bem perto em alguns momentos. Principalmente numa bola na trave numa cobrança de falta. Não esperava.

 O Chelsea entrou para jogar pelo empate. O tipo de jogo que o torcedor não gosta de ver, mas fica feliz pelo resultado. Eu também não gostei de ver o time recuado, de ver esse tal de Zhirkov em campo. Não gosto desse time.

 E preciso dizer: David Luiz irá fazer muita falta nas quartas. Tão jovem, tão poucas partidas e tão grandes atuações. Um monstro e já ídolo.


 E logo depois dos jogos na terça e na quarta, de bate pronto a UEFA sorteou na sexta os confrontos das quartas de final e os possíveis cruzamentos.
 Vejam os jogos:

5 de abril
Real Madrid x Tottenham
Inter de Milão x Schalke

6 de abril
Chelsea x Manchester United
Barcelona x Shakhtar

12 de abril
Shakhtar x Barcelona
Manchester United x Chelsea

13 de abril
Tottenham x Real Madrid
Schalke x Inter

 E os cruzamentos:

Inter de Milão /Schalke x Chelsea/Manchester United

Real Madrid/Tottenham x Barcelona/Shakhtar

 

 De cara, um clássico inglês para tremer o mundo inteiro: Chelsea x Manchester United. Os Blues tem vantagem de decidirem em casa, mas nada é tão fácil assim. Jogos de times de mesmo país sempre movimentam rivalidade e torcidas próximas, e tudo isso influi. E em clássico não dá para arriscar palpite.

 Barcelona x Shakhtar promete ser um jogão. O time ucraniano mostrou bom futebol e entrosamento entre os brasileiros, mas precisa mostrar muito, mas muito mais se querem apresentar perigos ao time catalão. A maior arma é o frio. Enquanto o Barça apresenta um arsenal de opções, entre elas um Messi que nunca sai de sua boa fase e um dos melhroes times da história do futebol mundial.

 Inter x Schalke parece ser o que não é. Apesar da Inter ser favorita, o jogo não parece ser uma barbada. O time alemão jogou muito bem e mostrou que sabe, além de virar um placar, ter um time organizado e bem postado. É claro que pega um time embalado e cheio de estrelas, e qualquer outro resultado que não seja a vitória do time italiano seria surpreendente. Em termos de futebol jogado, nem tanto.

 E Real Madrid x Tottenham será interessante. O time inglês é bem fechado e tem um Gomes no gol que cresce nos momentos difíceis. Já o Real tem um ataque que finalmente entrosou e um futebol muito bonito e plástico. Veremos se será o suficiente.

 

 Destaque numa provável semifinal seria Barcelona x Real Madrid. Um clássico espanhol com cara de final antecipada. Caso aconteça, seriam 4 jogos entre os dois times em 20 dias.

 

 Um clássico logo de cara e um outro provável na fase seguinte. Quem precisa ver a final com times assim?



 Escrito por Danilo Albuquerque às 19h55 [] [envie esta mensagem] []






 
 

Tudo sempre igual

 

 Semana de jogos da volta das oitavas-de-final da Liga dos Campeões.

 Jogos que vieram a confirmar o que todo mundo já imaginava.

 

 Foi-se o tempo das grandes viradas, das reações históricas, de placares inimagináveis. O futebol europeu ficou previsível. Os clubes simplesmente se retem em suas dificuldades e sempre ficam para trás, derrotadas nos próprios erros.

 Não quero com isso dizer que a Champions perdeu sua magia, seu encanto, mas venho afirmar que os clubes grandes estão cada vez maiores, e os pequenos cada vez menores.

 

Shakhtar Donestk 3x0 Roma

 A primeira das vitórias certas dessa fase veio de um time frio de futebol quente.

 Repleto de brasileiros, o Shakhtar das frias terras da Ucrânia mostrou um futebol contraditório ao clima frio do inverno europeu.

 Mostrou que é daqueles times que adora jogar no erro do adversário. E quantos erros tinha a Roma! Simplesmente entregou o jogo em casa, perdendo por 3 gols, e deixando sua missão no jogo da volta quase impossível. E na mesma semana que rompeu com o atacante Adriano, a Roma rompeu com o futebol.

 Não viram a cor da bola.

 Três gols afirmaram a superioridade e a organização do shakhtar, coisa ausente no time italiano. Superioridade confiada a brasileiros no ataque, que deram conta do recado e mostraram entrosamento. Ainda é cedo para dizer, mas pelo futebol que se viu, o Shakhtar passa confiante e é uma promessa, que quem sabe possa se cumprir.

 Só tem um empecilho.

 

Barcelona 3x1 Arsenal

 E esse empecilho se chama BARCELONA.

 Sim, aquele time daquele argentino fora de série, que o mundo não cansa de elogiar e se curvar aos seus pés. Aquele time do melhor do mundo, ou melhor, dos três melhores do mundo. Um time melhor do mundo, afinal.

 Jogar com o Barcelona é roubo, é covardia. É daqueles time que você monta no PlayStation pegando os melhores jogadores do mundo e colocando todos num lugar só. E aposto que não ficaria tão bom.

 O Barça é fora de série. E o exagero é tão justo que o Arsenal sequer conseguiu jogar. Foi para a Espanha com o intuito de se defender. Prova disso é que os Gunners não chutaram uma vez sequer contra a mate adversária!!! E não tinha como.

 Mesmo com o Pedro não fazendo uma boa partida, ninguém notou a diferença. Os mesmos toques de bola curtos e objetivos, um futebol para frente, pressionando, marcando na saída do adversário, apertando, não deixando jogar. Aquele tipo de jogo que os adversários estudam, estudam, estudam e nunca irão aprender a conter.

 O mundo todo pareceu estupefato com a derrota lá na Inglaterra. Esperava para ver como seria na Catalunha. Eu imaginei tal como foi, um show de enxer os olhos. Vitória evidente de um time evidente. E a pergunta continua: quem pode pará-los?

 

Schalke 04 3x1 Valencia

 Outra que era evidente.

 O Valencia havia cedido o empate em casa para o Schalke, que só precisava de um empate sem gols para se classificar. Mas todo mundo sabe que quem tem capacidade de fazer um gol na casa do adversário, é mais que qualificado para meter um monte jogando em casa.

 Nem o gol espanhol no início amedrontou a equipe alemã, quem empatou ainda no primeiro tempo. Não estava morta, estava só começando.

 Só começando estava Farfán. Fez dois gols e mostrou toda a força do time jogando na arena AufSchalke. A virada era inevitável, e a noite não estava para surpresas.

 

Tottenham 0x0 Milan

 Para concluir a rodada sem surpresas, um jogo que por pouco, uma delas não aconteceu.

 O Milan jogou na Inglaterra tudo o que não havia jogado em casa. Mas sempre pecando na conclusão, no toque final, deixaram de ganhar. Melhor para o Tottenham, que jogou atrás quase que o tempo todo e nem parecia em casa. Tinham o bom resultado a favor, mas foi com muita covardice, há de se dizer.

 A missão era muito difícil: correr atrás de um prejuízo bem grande que foi perder no San Siro. A dedicação foi louvável, o time foi para o jogo sabendo do risco de levar gol, mas mesmo assim pondo sua cara para bater corajosamente. Coisa que o Tottenham e o Arsenal não fizeram. Era pura garra. Mas nem sempre a garra resolve.

 No final, empataram, mas empataram tentando até o fim, sempre parando no inspirado e em boa fase Gomes. Um grande é eliminado na Champions justamente por ter jogado um futebol pequeno.

 

 E ultimamente tem ficado claras algumas coisas para mim. Eu já vinha dizendo que há de se respeitar os times pequenos.

 Pois digo outra verdade absoluta: nome não ganha nada, o que ganha é o futebol. Melhor, o que ganha são gols. Bola na rede. E mais nada.

 Não é dinheiro, não são contratações galácticas, é pura e simplesmente bola na rede e a competência para fazê-lo. Competência essa que vem de diversas formas: um esquema bem montado, um trabalho bem feito, um jogador em grande fase, um oportunista artilheiro, um goleiro largo ou até mesmo um time com sorte.

 Fatores aleatórios e decisivos que não cabe a nós controlarmos. E essa é a magia do futebol: a imprevisibilidade.

 E foi justo a imprevisibilidade que deixou os jogos da volta totalmente previsíveis. Não era difícil imaginar que o Shakhtar e o Schalke, parecidos no nome e na goleada fora de casa, pudessem golear em casa também. Assim como não era difícil de se pever que com o futebolzinho retranqueiro e covarde do Arsenal no jogo da volta não seria suficiente para segurar um estelar Barcelona, ou que um Milan que não teve capacidade fazer um golzinho em casa tivesse a mesma capacidade de fazê-lo fora. Previsíveis, entretando sem perder a graça.

 Dos quatro classificados, três são clubes de menor expressão. Marca de uma tendência no futebol? Não exatamente.

 Marca de que competência não busca time com nomes.

 

 "O jogo é jogado e o lambari é pescado"

 E mais nada.



 Escrito por Danilo Albuquerque às 20h27 [] [envie esta mensagem] []






 
 

FOTO: London Finale estelar

 

 A UEFA apresentou em evento oficial a bola da final da Liga dos Campeões, que este ano será em Londres, na Inglaterra.

 A chamada London Finale segue a linha de bolas da Champions, com estrelas ligadas, e traz a novidade num detalhe em vermelho e branco da cruz de São jorge, padroeiro da Inglaterra, e sois leões segurando a tão desejada taça.

 

 Segundo os criadores, a bola garante mais potência, efeito e controle, mantendo aspectos característicos de Londres, local da final.

 

 É a décima bola fornecida pela empresa de materiais esportivos.

 E é incrível como ao longo de dez anos elas continuam inovadoras, modernas e criativas, sem nunca fugir ao padrão das estrelas.

 

 Não identifiquei a parte do São Jorge. E para mim também não tem importância.

 O que importa é que a Adidas não faça mais bolas como a Jabulani. Inovadoras, diferentes, que chegam a prejudicar o jogo. Mantendo o padrão das outras, tá tudo bem.

 Sou daqueles que acha que a bola não deve ser a protagonista da história. É só mais um fator, um detalhe, no show da final que a UEFA sempre faz e no show que as equipes da final sempre fazem.

 

 E com tanto show, nada mais justo que brilhar como estrelas.



 Escrito por Danilo Albuquerque às 20h56 [] [envie esta mensagem] []






 
 

Para ingleses verem e italianos sofrerem

 

 Final dos jogos de ida das oitavas-de-final da Champions League.

 Nada decidido pros espanhóis, vantagem para os ingleses e péssimos resultados para os italianos.

 

FC Copenhague 0x2 Chelsea

 Tentando esquecer a prematura eliminação na Copa da Inglaterra, o Chelsea foi até a Dinamarca tentar esquecer um pouco dos problemas e dar alguma sobrevida ao cargo de Carlo Ancelotti.

 E o fizeram com muita competência.

 Grande vitória em noite estrelada de Anelka, em que Drogba começou no banco para dar lugar a um peso chamado Fernando Torres. Não se encaixou ainda na equipe e pouco fez no jogo. Mas não precisaram muito dele mesmo.

 O Chelsea venceu nos erros do Copenhague, daqueles lições táticas que todo professor adora ensinar aos jogadores. O time da casa se atrapalhou muito no ataque, deu brechas enormes para as jogadas rápidas do time londrino, e isso para o Chelsea é fatal. Para o Chelsea não, para o Anelka.

 A vitória fora de casa dá uma tranquilidade absolutamente necessária e bem-vinda. A vantagem de até poder perder por um gol em casa dá, sem dúvida, mais espaço para o time se estabilizar e parar de perder jogos bobos no Inglês. Uma mão e meia na vaga.

 

Lyon 1x1 Real Madrid

 A vantagem até poderia ter sido melhor.

 Com dois tempos distintos, o Real começou o jogo apagado e dando espaço para o time da casa se impor. No segundo, voltou com uma mentalidade diferente, mas pecando nas finalizações.

 Mas aí veio o dedo do Zé.

 Aos 14, Benzema entrou no jogo, sacando o perdido Adebayor e logo em sua primeira jogada, anotou depois de driblar os zagueiros. A vantagem se manteve até o fim, e por pouco não foi o resultado final. Por pouco porque numa falta do Lyon, Gomis escorou livre livre de cabeça para igualar o marcador e reacender o pesadelos das oitavas-de-final para o Real.

 Fantasma não tão intenso assim. Dessa vez, uma ligeira vantagem para o time madrilenho: já entra no próximo jogo classificado.

 O problema foi o futebol em si. O Real novamente jogou um futebolzinho fraco, que tinha chances de ser grande frente a um Lyon inofensivo, de poucos ataques mas de muito domínio. Se for assim em Madrid, há problemas a vista. Futebol cheio de gracinhas, toques curtos e de um lado para o outro irrita, é muito passivo, provável de tomar gol. A marcação é fraca e não sabem sair jogando.

 Será precisou outra jogada de gênio de José Mourinho para acertar a equipe a tempo. Coisas do Zé.

 

Olympique 0x0 Manchester United

 Não precisava ter sido tão difícil.

 A intensão ficou clara desde o início: o Manchester foi lá pra empatar.

 Tanto que eles seguraram e muito a pressão do time francês. Com pequenas excessões de jogadas perigosas de Rooney e Nani, foi o Olympique quem manteve o controle do jogo e uma postura mais ofensiva, digna de um time que joga em casa e busca um resultado positivo a todo custo.

 E o Manchester foi deixando-os crescer, confiando em sua defesa impenetrável.

 Resultado muito bom para o jogo da volta. O Old Trafford e o apoio da torcida realmente fazem a diferença, e precisando só de uma mínima vitória, o Manchester vai como grande favorito à classificação. O poder de reação do Olympique será testado, mas duvido que reaja.

 

Internazionale de Milão 0x1 Bayern de Munique

 Infelicidade de um, tristeza de milhares.

 A Inter pediu para perder esse jogo. Entrou em campo com uma formação muito defensivo, cheia de volantes, só um atacante (Eto'o) e um meia de armação (Sneijder). É retranca demais para quem quer o resultado em casa. Era de se esperar algo assim no jogo da volta, quem sabe.

 E foi bem assim: a Inter tocando a bola sem conclusões, Eto'o vindo buscar jogo desesperado sem ter chances. Só algumas jogadas individuais do camaronês, exigindo bem o jovem goleiro Kraft. Enquanto o Bayern era organizado, apesar de nervoso. Jogava bem aberto pelas pontas, e lá encontravam muita facilidade.

 Mas com toda a calma do mundo, Robben teve espaço, chutou de fora e contou com Julio Cesar soltando a bola no pé de Mário Gómez. Derrota feia em casa.

 Uma derrota na covardia. Acumulam agora um problemaço pro jogo da volta, lá na Allianz Arena.

 Já o Bayern fez sua parte e com muita destreza, agora colhe os bons frutos. Vingança bem apreciada, e com um toque italiano.

 

 Derrotas ridículas dos italianos em casa (Inter, Milan e Roma), provando que a bola pune quem não a trata bem. Futebol é simples: basta jogar. Foi o que não fizeram.

 Real e Barça não conseguiram o que esperavam, mas nem por isso diminuíram no otimismo. Os catalães perderam fora, mas precisam vencer simples em casa que classificam, só precisa que o Messi jogue mais do que sabe. Pro Real, 0 a 0 classifica, mas para não correr riscos, uma boa atuação de Cristiano Ronaldo e Adebayor é o suficiente.

 Os ingleses estão tranquilos. Arsenal venceu em casa e joga pelo empate na Espanha. Tottenham e Chelsea venceram fora e jogam fácil em casa. Manchester empatou sem gols e precisa de um placar mínimo. Nada impossível.

 

 Com ingleses cheios de sua soberba calma e com italianos nervosos como sempre, as oitavas-de-final vão se decidindo.



 Escrito por Danilo Albuquerque às 19h47 [] [envie esta mensagem] []




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